Casualidades

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

coincidências?

Coincidência ou Sincronicidade?
:: Osvaldo Shimoda ::


“Duas coisas são infinitas: O Universo e a estupidez humana”.
- Albert Einstein

Carl Gustav Jung, psicanalista suíço, um gigante da psicologia, discípulo de Freud, em seus estudos da psique humana procurou compreender melhor o fenômeno da sincronicidade, ou seja, dos fatos simultâneos e significativos que ocorrem em nossas vidas. Para os incrédulos, céticos, com mente cartesiana, tais acontecimentos são vistos como um “mero acaso”, uma “coincidência”.
Ressalto que uma pessoa de mente fechada é incapaz de aprender qualquer coisa nova. É preciso humildade, uma atitude inicial de abertura e receptividade para pesquisar esses fatos e perceber que na vida nada acontece de forma acidental, fortuita, mesmo que não saibamos as suas causas.
Em verdade, a mente humana ainda não é suficientemente capaz de compreender a sabedoria da vida, pois a enxergamos através da “fresta de uma fechadura”. Penso que esses fatos precisam ser mais bem estudados pela ciência.

Quero compartilhar com o leitor uma experiência de fatos sincrônicos que se sucederam comigo. Há três meses recebi um convite de um Centro Espírita de Anápolis, interior de Goiás, para ministrar uma palestra sobre a T.R.E. (Terapia Regressiva Evolutiva) – A Terapia do Mentor Espiritual – Abordagem psicológica e espiritual breve, canalizada por mim pelos Espíritos Superiores do Astral.
Prontamente aceitei o convite, porque percebi que seria uma boa oportunidade para divulgar essa nova abordagem, pois é comum ainda nos meios espíritas muitos seguidores terem ressalvas em se descortinar o “véu do esquecimento” (barreira da memória que nos impede de lembrarmos os acontecimentos de vidas passadas) através da regressão de memória. Kardec, o codificador do Espiritismo, dizia que esse véu era uma bênção, uma providência divina (Leia “O Livro dos Espíritos” de Kardec, capítulo VII – Esquecimento do Passado, questão 399).
Não obstante, é fundamental esclarecer que o descortinamento desse véu nessa terapia não é feito por mim enquanto terapeuta, mas pelo mentor espiritual (ser desencarnado diretamente responsável pela nossa evolução espiritual) de cada paciente, que o conhece profundamente, pois vem acompanhando-o em várias encarnações.
Desta forma, ressalto que é ele que irá conduzir essa terapia, descortinando ou não - conforme cada caso - o “véu do esquecimento” do paciente. O meu papel enquanto terapeuta é procurar abrir o canal de comunicação para que o paciente possa conversar com o seu mentor espiritual e ser beneficiado por suas orientações sábias acerca de seus problemas.

Duas semanas após o convite, de manhã, enquanto estava me preparando para ir ao meu consultório, minha esposa (ela é uma médium de incorporação) me alertou dizendo que havia uma entidade espiritual querendo falar comigo, e que não iria tomar muito do meu tempo, pois sabia dos meus compromissos atribulados no consultório, mas que só agora tinha recebido autorização da hierarquia espiritual para falar.
O ser espiritual se identificou como médico do astral, e me revelou emocionado que estava com muita saudade de mim, pois havíamos sido grandes amigos trabalhando juntos no Astral Superior.
Além de matar sua saudade, alegou que veio conversar comigo para me dar um recado, que eu procurasse o “João de Deus” , pois através dele a espiritualidade teria muitas coisas para me passar.
No entanto, o amigo do astral se despediu sem me dizer quem era “João de Deus”, e onde ele morava, pois tanto eu como minha esposa não o conhecíamos, pois nunca havíamos ouvido falar dele.
Na semana seguinte, ao atender um paciente (antes de iniciarmos a sessão de regressão) ele me perguntou se eu conhecia o “João de Deus”. Surpreso, indaguei-lhe o motivo da pergunta.
Ele comentou que no final de semana levara sua esposa (sofria de câncer) e sua filha (tinha uma cardiopatia congênita grave) ao “João de Deus”, um médium brasileiro – cirurgião espiritual -, cujo nome completo é João Teixeira de Faria, também conhecido no exterior como “John of God”, bem mais famoso fora que dentro do Brasil... além de alguns livros publicados, existem dois livros escritos por autores americanos sobre o trabalho mediúnico de João de Deus: “João de Deus – O médium de cura brasileiro que transformou a vida de milhões”. Autores: Heather Cumming e Karen Leffler (prefácio do Dr. Amit Goswami), Editora Pensamento e “João de Deus – O curador e seus milagres” do Autor: Robert Pellegrino Estreich; Editora Nova Era.

O paciente me relatou que João de Deus, em transe mediúnico, fez uma cirurgia espiritual em sua filha, curando-a de sua cardiopatia, e à esposa apenas receitou uma medicação.
Ao lhe indagar onde esse médium residia, o paciente falou que ele morava em Anápolis – interior de Goiás, mas que fazia as cirurgias espirituais em Abadiânia, cidade vizinha, a 28 km de Anápolis. Atônito, pude entender que aquele convite que recebi para dar uma palestra num Centro Espírita de Anápolis não fora um mero acaso. Em verdade, a espiritualidade “arquitetou” tudo para que me encontrasse com esse famoso médium e pudesse presenciar de perto as maravilhosas curas espirituais das Entidades do Astral (O médium João é capaz de incorporar aproximadamente 40 Entidades, uma por vez).

No próximo artigo, irei comentar a minha experiência gratificante com o trabalho mediúnico de João de Deus na Casa Dom Inácio de Loyola, local aonde inúmeras pessoas de diversas partes do mundo, com problemas graves de saúde vêm procurar esse dedicado médium que já transformou a vida de milhões de pessoas (com mais de 40 anos exercendo sua mediunidade de cura, João de Deus já atendeu mais de oito milhões de pessoas).

Caso Clínico:
posted by Rosa at 12:40 0 comments